Problema real
Acesso físico ainda depende muito de chave, controle isolado e pouca rastreabilidade. O projeto nasceu para simplificar isso sem inflar custo.
O artigo registra o protótipo com ESP32-CAM, acionamento físico e monitoramento remoto. Esta reconstrução organiza a arquitetura original, os desafios encontrados e uma demonstração atual de visão computacional no navegador.
O artigo já provava a base teórica e o protótipo. Esta página faz outra parte do trabalho: organiza o raciocínio, expande a leitura técnica e oferece uma demonstração atual de visão computacional no navegador.
A demonstração atual não substitui o sistema original: ela torna observável uma parte do raciocínio técnico descrito na publicação.
O que ele buscava era uma operação mais segura, com resposta local, baixo custo e possibilidade de supervisão remota. Essa ambição continua viva aqui, só que agora apresentada de forma mais clara e navegável.
Acesso físico ainda depende muito de chave, controle isolado e pouca rastreabilidade. O projeto nasceu para simplificar isso sem inflar custo.
Uma arquitetura distribuída: captura com ESP32-CAM, acionamento com ESP32 WROOM e uma versão desktop em Python para cadastro e verificação.
A página atual transforma o artigo em case técnico. Menos texto solto, mais hierarquia, demonstração e critério de engenharia.
Em vez de despejar um diagrama frio, a leitura abaixo separa o sistema por responsabilidade. Isso ajuda a entender como o protótipo operava e por que a composição fazia sentido.
A ESP32-CAM concentrava aquisição de imagem, resposta visual em TFT e a comunicação do sistema com clientes remotos. Era a camada que enxergava, respondia e iniciava a decisão.
O segundo microcontrolador assumia a parte física da resposta: relé, buzzer, sensor magnético e fecho eletromagnético. Separar captura e atuação deixava o protótipo mais organizado e previsível.
Em paralelo ao protótipo embarcado, o projeto tinha uma versão desktop para cadastro e reconhecimento em ambientes de propósito geral. Aqui entram `face_recognition`, `OpenCV`, `tkinter` e `MySQL`.
Esta experiência não reproduz o reconhecimento facial do TCC. Ela carrega o COCO-SSD sob demanda, processa a imagem no navegador e mostra as classes que o modelo consegue identificar.
Clique em iniciar para carregar o modelo, pedir permissão da câmera e ativar a leitura local da imagem no navegador.
Uma das partes mais humanas desse trabalho é justamente não esconder atrito. O protótipo exigiu paciência em logística, cuidado com versões e bastante insistência em bancada.
Compatibilizar componentes e esperar entrega de fornecedores internacionais atrasou o ritmo, mas amadureceu o critério de seleção.
Bibliotecas e firmwares em ecossistemas que mudam rápido pediram reconfiguração constante e muita verificação de compatibilidade.
Conexão física ruim derruba qualquer protótipo. Soldagem, organização interna e escolha de conectores fizeram diferença real.
O trabalho entrega uma base funcional e econômica para controle de acesso, com chance real de evolução em campo.
Ele não tenta resolver tudo de uma vez. Em vez disso, fecha um ciclo completo com hardware, software e interface.
Reconhecimento 3D, base unificada e validação em ambiente real aparecem como continuação natural, não como promessas vazias.
Tudo aqui parte dele. O que a página faz é melhorar a experiência de leitura, condensar a arquitetura, destacar os aprendizados e adicionar uma demonstração contemporânea de visão computacional para o portfólio.
Lemos RP, Azevedo CH, Passos Junior MR, Kunzler JA. Sistema de controle de acesso através de reconhecimento facial com monitoramento remoto. Revista Brasileira Militar de Ciências. 2024;10(24):e175.